A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (4), para suspender a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.
Segundo a confederação, a redução da jornada, sem diminuição dos salários, pode elevar em 11,1% os custos do trabalho formal na indústria, o equivalente a R$ 88 bilhões.
Já a CNC pede que o início da nova jornada seja adiado para outubro de 2027. A mudança está prevista para entrar em vigor em 15 de dezembro deste ano.
A nova regra estabelece dois dias de descanso remunerado por semana e reduz o limite da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte salarial. A transição deverá ocorrer ao longo de 14 meses.




























